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segunda-feira, 7 de julho de 2008

DEFINIÇÕES DO “SER” E DO “FAZER” CAPIXABA

Dias atrás tava assistindo ao ótimo programa 15 Minutos daquele cara chamado Marcelo Adnet e daí que ele apareceu com um email enviado por um nosso conterrâneo dando algumas definições muito fraquinhas do que é ser capixaba. Que capixaba fala pocar e tem gastura (?)
Ok, não bastasse isso tudo Marcelo e Quiabo pra arrematar ainda resolveram tocar uma música de Roberto Carlos pra homenagear nosso Estado...
... como diria o Zé Coisado, essa dor doeu mais forte.

Escrevi pro cara então sugerindo que tocassem alguma coisa da banda Dead Fish - afinal o Quiabo é todo tirado a metaleiro e, literalmente, mascarado – e passando as considerações que seguem, vejam se vocês concordam comigo:

O Capixaba é um Baiano sem Axé e uma espécie de Carioca que acha buzinar no trânsito uma tremenda falta de educação... E discreto como um Mineiro à beira mar.

Como a maioria dos Brasileiros, de maneira genérica, o Capixaba não sabe votar e é extremamente paciente com os políticos que escolhe.

Por falar nisso, quem disse que o Brasileiro não sabe votar foi o Rei Pelé...

... Tanto que Roberto Carlos até hoje é conhecido como “Rei” da música.

Se bem que não se escolhe Rei através de processo eleitoral... Escolhe?

E por falar nisso, alguém já avisou a Roberto Carlos que ele é capixaba?

E a moda agora é “pagar um pau” pra Sérgio Sampaio, que também é Cachoeirense.

O que é um pouco diferente de ser Capixaba.

O Cachoeirense está para o Estado do Espírito Santo como o sujeito Barrense está para a cidade de Vila Velha.

Falando em Barra do Jucu, não seria a Casaca um reco-reco “cabeça”? Daí que para intelectual é um pulo. O que no final das contas soa muito bicho grilo...

... E todo bicho grilo é um chato.

O fato da Casaca ter cabeça não quer dizer necessariamente que o Congo seja uma música intelectual? Aliás, segundo o filósofo Joãozinho Trinta, o intelectual gosta de lixo e povo gosta de luxo, portanto, o Congo não pode ser classificado como música popular.

O Capixaba gosta de aparecer na mídia. Tanto é que quando toma chifre, sobe na Terceira Ponte (uma espécie de Rio/Niterói local) e fica lá gritando que vai se jogar... Só se acalma quando chegam os bombeiros e a televisão...
Se fosse Goiano montava uma dupla sertaneja... E acaba que ia aparecer muito, mas muito mais.

Um comentário:

Tlaloc disse...

Salve Juca. Vida longa ao "Sonhos, Memórias e Reflexões". Valeu pelo comentário irmão.